sexta-feira, 21 de outubro de 2011
terça-feira, 13 de setembro de 2011
O VALE DOS SONHOS
Olhando esse vale tão verdejante,
me lembro, um passado distante
de um tempo, que minha vida marcou.
A minha saudade não encobre
a tênue fumaça que sobe
na paisagem, que o cérebro gravou.
Foram tempos felizes, na mocidade,
e agora, a recordação que me invade...
Esquecer de tudo...não tem jeito.
Esse sentimento tão profundo,
que atira-me no fim do mundo,
por recordar, um amor desfeito...
Olhar o vale...que lembrança dolorida,
que me deixa por vezes seguida,
na escola, com seus professores...
Essa saudade, para lá me leva,
e a beleza se transforma em treva,
ao relembrar, antigos amores...
Imagens, que o coração não esqueceu,
de um jardim, que era somente meu,
mas que tudo...um dia perdi...
Essa paisagem que vejo agora,
de minha memória não foi embora,
por que dela...nunca esquecí...
GIL DE OLIVE
me lembro, um passado distante
de um tempo, que minha vida marcou.
A minha saudade não encobre
a tênue fumaça que sobe
na paisagem, que o cérebro gravou.
Foram tempos felizes, na mocidade,
e agora, a recordação que me invade...
Esquecer de tudo...não tem jeito.
Esse sentimento tão profundo,
que atira-me no fim do mundo,
por recordar, um amor desfeito...
Olhar o vale...que lembrança dolorida,
que me deixa por vezes seguida,
na escola, com seus professores...
Essa saudade, para lá me leva,
e a beleza se transforma em treva,
ao relembrar, antigos amores...
Imagens, que o coração não esqueceu,
de um jardim, que era somente meu,
mas que tudo...um dia perdi...
Essa paisagem que vejo agora,
de minha memória não foi embora,
por que dela...nunca esquecí...
GIL DE OLIVE
terça-feira, 23 de agosto de 2011
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Lírio
Olhei o lírio
Menino bonito
Olhei e chorei
Chorei e esperei
Com cuidado
Olhe direito aos
Lírios e as tristezas
Amor e a cabeceira
Trágico o dia frio
Azul-celeste
Mago e santos
Amores pagãos
Tecidos finos
Ruminando secamente
A hora de partir
Partir e sorrir
Sorria alegremente
Mesmo que no peito
Vontade de chorar
Bater no poema
Ingrato poema
Tomou proporções
Sábios caminhos
Vagos e sortidos
As rimas fogem
Concluem num surgimento
De um espetáculo espetacular
Com cações postas
Vou compor
Um poema mágico
Uma lira curta
Para acalmar os corações.
Menino bonito
Olhei e chorei
Chorei e esperei
Com cuidado
Olhe direito aos
Lírios e as tristezas
Amor e a cabeceira
Trágico o dia frio
Azul-celeste
Mago e santos
Amores pagãos
Tecidos finos
Ruminando secamente
A hora de partir
Partir e sorrir
Sorria alegremente
Mesmo que no peito
Vontade de chorar
Bater no poema
Ingrato poema
Tomou proporções
Sábios caminhos
Vagos e sortidos
As rimas fogem
Concluem num surgimento
De um espetáculo espetacular
Com cações postas
Vou compor
Um poema mágico
Uma lira curta
Para acalmar os corações.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
O meu olhar foca-se num ponto…
revivo todas as recordações…
sem o meu ‘eu’ dizer ‘estou pronto’
já eu deambulava por entre multidões…
Corro num olhar lacrimoso,
grito pelo teu nome,
soluço num compasso furioso,
que agasalha a minha fome..
Corro por gosto,
não me deveria cansar…
mas, canso este meu desgosto,
de por entre as trevas não te encontrar…
Onde estás?
Por e simplesmente desapareceste da minha vida…
Como fui eu capaz,
de um dia te ter deixado perdido?
Hoje… sei que não irás sequer querer ver
o meu vulto…
Hoje… sei que por mais que queira vencer,
estarei sempre de luto…
Eu sei, eu sei que é tarde demais
para pedir perdão…
mas, não deixo de ver sempre os teus sinais
de luz, na minha escuridão…
Lembro-me de cada pormenor…
quase de cada palavra…
Continuo a deixar-te o céu por pintar…
continuo a preservar a tua lembrança,
e continuo a chorar.
Só queria que visses que hoje muito te tens a orgulhar,
só queria mesmo… era que não partisses,
antes de eu voltar…
Sem nunca estares solto no tempo,
sem nunca deixares de estar presente,
aqui te deixo um juramento,
de como tudo poderia ser tão diferente…
Sei que não irás ler as minhas palavras.
O meu olhar volta a mover-se,
acorda com o cair de uma lágrima,
eu só queria que este de novo se perdesse,
para feliz poder acabar esta rima.
revivo todas as recordações…
sem o meu ‘eu’ dizer ‘estou pronto’
já eu deambulava por entre multidões…
Corro num olhar lacrimoso,
grito pelo teu nome,
soluço num compasso furioso,
que agasalha a minha fome..
Corro por gosto,
não me deveria cansar…
mas, canso este meu desgosto,
de por entre as trevas não te encontrar…
Onde estás?
Por e simplesmente desapareceste da minha vida…
Como fui eu capaz,
de um dia te ter deixado perdido?
Hoje… sei que não irás sequer querer ver
o meu vulto…
Hoje… sei que por mais que queira vencer,
estarei sempre de luto…
Eu sei, eu sei que é tarde demais
para pedir perdão…
mas, não deixo de ver sempre os teus sinais
de luz, na minha escuridão…
Lembro-me de cada pormenor…
quase de cada palavra…
Continuo a deixar-te o céu por pintar…
continuo a preservar a tua lembrança,
e continuo a chorar.
Só queria que visses que hoje muito te tens a orgulhar,
só queria mesmo… era que não partisses,
antes de eu voltar…
Sem nunca estares solto no tempo,
sem nunca deixares de estar presente,
aqui te deixo um juramento,
de como tudo poderia ser tão diferente…
Sei que não irás ler as minhas palavras.
O meu olhar volta a mover-se,
acorda com o cair de uma lágrima,
eu só queria que este de novo se perdesse,
para feliz poder acabar esta rima.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
sexta-feira, 8 de julho de 2011
domingo, 3 de julho de 2011
'' ... Saudade é amar um passado que ainda não passou,
É recusar um presente que nos machuca,
É não ver o futuro que nos convida ... ''
É recusar um presente que nos machuca,
É não ver o futuro que nos convida ... ''
Pablo Neruda
quarta-feira, 29 de junho de 2011
terça-feira, 28 de junho de 2011
segunda-feira, 20 de junho de 2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Os pássaros ainda cantam,
é um tentar em vão,
sou o cara mais perdido que conheço,
sem você aprendi chorando
que o sorrir eu desconheço.
Meu coração ainda bate,
até em sonhos estou a te chamar,
o sol ainda nasce em meus dias de choro,
é uma tentativa de me alegrar,
é um tentar em vão,
do meu peito não irei lhe tirar.
A lua ainda aparece à noite,
ela tenta clarear minha estrada,é um tentar em vão,
sou o cara mais perdido que conheço,
sem você aprendi chorando
que o sorrir eu desconheço.
Meu coração ainda bate,
insistente em me manter vivo,
é uma tentativa em vão,
morro aos poucos,
entrego-me aos poucos,
morro aqui sozinho,
lembrar-te é o que me alegra,
estou aqui lembrando,
estou aqui chorando,
por isso grito aqui bem alto
não deixei de te AMAR.
Poema
Lua, luar de prata a inundar o céu.
Lume celestial, bola celeste.
Satélite terrestre. Capitã dos mares,
proprietária das regras feminis.
Vaga em sua falsa solidão,
pois que comunga com as estrelas.
Prata a ver o azul da bola terrestre,
dona do horizonte noturno.
Enfeita como jóia rara as cordilheiras,
brinca de intimidade quando se faz perto.
Finge-se de saudade quando vai ao longe,
mas é sempre presente, mesmo quando oculta.
Toma de empréstimo a luz solar
e brilha diferente, no seu tom.
Dona da noite, posseira dos corações,
deusa e musa das poesias.
Sua beleza tem perfil das fêmeas da terra.
É brilho atraente como os olhos da musa.
É dama que gosta da noite, e só espia o dia.
Convida o despertar dos perfumes nos jardins.
É madura, com o saber das mulheres sábias.
É menina que desperta a paixão nos meninos.
Lua do dragão, do Santo Guerreiro,
dos príncipes encantados das apaixonadas.
É dona das lendas, é nórdica e africana.
São suas filhas, as fadas e ninfas.
São suas meninas, Iansã e Iemanjá.
Pactua com todas as fêmeas da Terra.
Deusa de luz curativa, mãos de luzes.
Guardiã do portal do céu.
Medianeira da Terra e do Universo,
mãe e filha do Planeta das Águas.
Pequena jóia, mas de raro poder,
comunga com a fertilidade,
avisa a primavera, nutre todas as estações.
Flor do céu, convite ao questionamento.
Dona dos risos e dos choros,
pois que abençoa e ilumina as lágrimas,
transforma-as em gotas de cristais,
posseira dos sentimentos e emoções.
Por hoje, por ontem, pelo amanhã,
Nova, Crescente, Cheia e Minguante.
Para todo o sempre
a iluminar as efêmeras flores.
Lume celestial, bola celeste.
Satélite terrestre. Capitã dos mares,
proprietária das regras feminis.
Vaga em sua falsa solidão,
pois que comunga com as estrelas.
Prata a ver o azul da bola terrestre,
dona do horizonte noturno.
Enfeita como jóia rara as cordilheiras,
brinca de intimidade quando se faz perto.
Finge-se de saudade quando vai ao longe,
mas é sempre presente, mesmo quando oculta.
Toma de empréstimo a luz solar
e brilha diferente, no seu tom.
Dona da noite, posseira dos corações,
deusa e musa das poesias.
Sua beleza tem perfil das fêmeas da terra.
É brilho atraente como os olhos da musa.
É dama que gosta da noite, e só espia o dia.
Convida o despertar dos perfumes nos jardins.
É madura, com o saber das mulheres sábias.
É menina que desperta a paixão nos meninos.
Lua do dragão, do Santo Guerreiro,
dos príncipes encantados das apaixonadas.
É dona das lendas, é nórdica e africana.
São suas filhas, as fadas e ninfas.
São suas meninas, Iansã e Iemanjá.
Pactua com todas as fêmeas da Terra.
Deusa de luz curativa, mãos de luzes.
Guardiã do portal do céu.
Medianeira da Terra e do Universo,
mãe e filha do Planeta das Águas.
Pequena jóia, mas de raro poder,
comunga com a fertilidade,
avisa a primavera, nutre todas as estações.
Flor do céu, convite ao questionamento.
Dona dos risos e dos choros,
pois que abençoa e ilumina as lágrimas,
transforma-as em gotas de cristais,
posseira dos sentimentos e emoções.
Por hoje, por ontem, pelo amanhã,
Nova, Crescente, Cheia e Minguante.
Para todo o sempre
a iluminar as efêmeras flores.
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